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Colunistas

Cobalchini fez votos em 255 municípios

PENSATA Parece que os Bolsonaristas perceberam a tempo que essa história de discriminação pegaria muito mal para seu candidato e passaram a falar bem dos nordestinos.

11/10/2018 - 00:46:57
Osni Ribeiro Mello

Reeleito pelo terceiro mandato consecutivo como o mais votado do MDB, o deputado estadual Valdir Cobalchini, obteve votos em 255 dos 295 municípios do Estado, o que corresponde a mais de 86%. Em Caçador ele obteve o maior número de votos, com 14.488. O segundo município com mais votos foi Florianópolis, com 3.797, seguido de São Lourenço do Oeste, com 2.826, Porto União, com 1.456, Rio das Antas, com 1.249, e Fraiburgo, com 1.007.

O deputado avalia a sua reeleição como o resultado de um trabalho focado nos municípios das regiões Meio-Oeste, oeste e planalto norte. “É preciso entender que muitos eleitores optaram por mudanças e só se mantiveram aqueles que realmente tinham trabalho para mostrar”, avaliou. “Fico muito feliz e agradecido com a reeleição e ao mesmo tempo com mais responsabilidade e compromisso. O trabalho continua, cada vez mais focado na busca de solução para os problemas da região”, completou.

Sobre a votação em Caçador, onde novamente foi o mais votado, obtendo 41% dos votos válidos, Cobalchini diz que só tem a agradecer a confiança que recebe da população. “Respeito muito aqueles que optaram por outros candidatos. Isso é da democracia, mas meu trabalho é para todos. Meu compromisso é com todos, não apenas com aqueles que escolheram o meu nome”, garante o deputado. “Continuamos do mesmo jeito, com o mesmo estilo e com nosso gabinete sempre aberto”, afirmou.

Sobre o segundo turno no Estado, mesmo com o MDB liberando seus filiados, Cobalchini já anunciou apoio ao candidato do PSL, Comandante Moisés. “Na minha opinião, as pessoas querem mudança e me parece que a mudança em nosso Estado é representada pelo Comandante Moisés”, finalizou.

Cobal vai de Moisés

O deputado Valdir Cobalchini não vai seguir o partido e já anunciou o seu apoio ao candidato Comandante Moisés, do PSL, no segundo turno. O MDB liberou sua bancada e seus filiados, mas Cobalchini decidiu abrir seu voto afirmando que entende que a população quer mudança e que o candidato do PSL representa essa mudança.


Cláusula de desempenho vai tirar nove partidos da Câmara

O site Poder 360 realizou um completo estudo sobre o efeito da cláusula de desempenho no número de partidos representados na Câmara. De acordo com o estudo, das 25 siglas que atuam hoje, 21 permanece em 2019 com acesso ao Fundo Partidário e ao Fundo Eleitoral e com direito de ter alguma estrutura de Liderança e de participar de comissões de trabalho.

É importante frisar que sem a cláusula de desempenho aplicada na eleição de domingo (7), o número de agremiações representadas na Câmara seria de 30 – todos os que elegeram deputados federais. Uma catástrofe operacional ainda maior.

Para a eleição de 2018, a cláusula é de no mínimo 1,5% dos votos para deputado federal em todo o país com 1% dos votos em, pelo menos, 9 unidades da Federação. Também cumprem o dispositivo as siglas que elegerem 9 deputados federais distribuídos em pelo menos 9 unidades da Federação. Até 2030, a cada disputa, esses requisitos vão aumentar.

Nos quadros abaixo uma análise dos resultados de domingo e um resumo da aplicação da cláusula.

O PCdoB foi uma das legendas que ficou perto da marca, mas caiu por não ter atingido bom desempenho em ao menos 1/3 das unidades administrativas. Mesmo com 9 deputados eleitos, não conseguiu elegê-los em 9 Estados e foi barrada pela cláusula.

A lei assegura aos deputados eleitos por siglas que não atingiram a cláusula a mudança para outro partido, não sendo essa filiação considerada para fins de distribuição dos recursos do fundo partidário e de acesso gratuito ao tempo de rádio e de televisão. Lembrando que em 2022, a cláusula de desempenho sobe para 2% dos votos em todo o país e acabam as coligações.

Cobalchini fez votos em 255 municípios

Reeleito pelo terceiro mandato consecutivo como o mais votado do MDB, o deputado estadual Valdir Cobalchini, obteve votos em 255 dos 295 municípios do Estado, o que corresponde a mais de 86%. Em Caçador ele obteve o maior número de votos, com 14.488. O segundo município com mais votos foi Florianópolis, com 3.797, seguido de São Lourenço do Oeste, com 2.826, Porto União, com 1.456, Rio das Antas, com 1.249, e Fraiburgo, com 1.007.

O deputado avalia a sua reeleição como o resultado de um trabalho focado nos municípios das regiões Meio-Oeste, oeste e planalto norte. “É preciso entender que muitos eleitores optaram por mudanças e só se mantiveram aqueles que realmente tinham trabalho para mostrar”, avaliou. “Fico muito feliz e agradecido com a reeleição e ao mesmo tempo com mais responsabilidade e compromisso. O trabalho continua, cada vez mais focado na busca de solução para os problemas da região”, completou.

Sobre a votação em Caçador, onde novamente foi o mais votado, obtendo 41% dos votos válidos, Cobalchini diz que só tem a agradecer a confiança que recebe da população. “Respeito muito aqueles que optaram por outros candidatos. Isso é da democracia, mas meu trabalho é para todos. Meu compromisso é com todos, não apenas com aqueles que escolheram o meu nome”, garante o deputado. “Continuamos do mesmo jeito, com o mesmo estilo e com nosso gabinete sempre aberto”, afirmou.

Sobre o segundo turno no Estado, mesmo com o MDB liberando seus filiados, Cobalchini já anunciou apoio ao candidato do PSL, Comandante Moisés. “Na minha opinião, as pessoas querem mudança e me parece que a mudança em nosso Estado é representada pelo Comandante Moisés”, finalizou.

Fim das coligações 

Na próxima eleição para o Congresso, em 2022, não serão mais permitidas as coligações em eleições proporcionais (deputados). Ou seja, cada partido terá de disputar sozinho, apenas com seus candidatos, as vagas em Assembleias Legislativas (nos Estados), Câmara Distrital (em Brasília) e Câmara dos Deputados. A cláusula de desempenho também sobe para 2% dos votos em todo o país. Em 2023, se forem mantidas essas regras, haverá só cerca de 10 a 15 siglas representadas no Congresso.

Cláusula vai até 2030 

Nas eleições de 2026 o percentual da Clausula de Barreira sobe para 2,5% dos votos válidos, distribuídos em 9 unidades da Federação, com no mínimo de 1,5% de votos em cada uma delas. Alternativamente, poderá eleger um mínimo de 13 deputados em 1/3 das unidades. Nas eleições de 2030 a cláusula chega ao seu percentual máximo, de 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da federação, com 2% dos votos válidos em cada uma delas. Se não cumprir o requisito, a legenda poderá ter acesso aos benefícios apenas se eleger pelo menos 15 deputados distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da Federação.

Reduzida

A Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) calcula que de seus 245 integrantes que considera ativos, 117 continuarão a partir de 2019. Dos 218 deputados, 99 foram reeleitos. Dos 27 senadores da bancada, 18 continuarão os trabalhos. Ainda não é possível calcular a diminuição da bancada, porque há a perspectiva de que novos deputados e senadores eleitos entrem para o grupo. As entradas certas são do deputado federal Luiz Carlos Heinze (PP-RS), que deixará a Câmara, mas assume vaga no Senado e dos deputados Espiridião Amin (PP) e Jorginho Mello (PR), que foram eleitos por Santa Catarina ao Senado.


Osni Ribeiro Mello

Olá, eu sou Osni Ribeiro Mello, jornalista, administrador de empresas e Engenheiro Civil. Depois de ter passado pelos jornais: Gazeta Sul, Folha da Cidade e Informe e por todas as editorias. Atividades que consumiram 15 anos de minha vida e me deram muita experiência, resolvi que muito mais que dar a notícia eu apontaria os erros e as soluções. Pronto, virei colunista e instantaneamente odiado por escrever demais. De qualquer forma o portal www.diarioriodopeixe.com.br e o Jornal Extra resolveram apostar numa coluna de informações políticas e aqui estou tentando consertar o mundo e levando as notícias com uma pitada de humor e senso critico. Também mantenho o osnirmello.blogspot.com.br, blog onde divulgo as ideias que podem mudar o nosso mundo, ou não.

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